Uma porta entreaberta ficou, ninguém entrou, ninguém saiu, mas algo mudou.
O vento passa devagar, fazendo a madeira cantar, num estranho lamentar.
Fico parado a observar, sem coragem de tocar, ou sequer me aproximar.
Robson POETAUma porta entreaberta ficou, ninguém entrou, ninguém saiu, mas algo mudou.
O vento passa devagar, fazendo a madeira cantar, num estranho lamentar.
Fico parado a observar, sem coragem de tocar, ou sequer me aproximar.
Robson POETA