Aponte pro fim do mundo e veja o quanto seu dedo é longo.
Porque às vezes a gente acredita que o impossível está distante… quando, na verdade, é o medo que aumenta o caminho.
O horizonte sempre parece inalcançável. Mas o céu também parecia impossível antes de alguém inventar asas.
Seu dedo não mede distância. Mede coragem.
Cada vez que você aponta pra frente, o universo entende que ainda existe sonho vivo dentro do peito.
Tem gente que passa a vida olhando pro chão, com medo da grandeza do mundo. E tem gente que encara o infinito mesmo sem saber se vai chegar.
O fim do mundo talvez nem exista. Talvez seja só um lugar onde termina o medo e começa a liberdade.
Então aponta. Sem vergonha. Sem limite.
Porque quem alcança o impossível normalmente começou assim: tocando o horizonte com a ponta da esperança.
Robson POETA
POEMAS 2025