O chão bebeu sangue preto como quem bebe esperança. Bahia virou altar, e o mar guardou os nomes.
Cada gota derramada foi promessa de retorno. Porque o corpo pode morrer, mas o espírito do justo volta em forma de trovão.
Robson POETAO chão bebeu sangue preto como quem bebe esperança. Bahia virou altar, e o mar guardou os nomes.
Cada gota derramada foi promessa de retorno. Porque o corpo pode morrer, mas o espírito do justo volta em forma de trovão.
Robson POETA