Lá vem o sol, dó, ré, mi, dó...
o peito abre, o mundo muda de tom.
Lá vem o sol, dó, ré, mi, dó,
quem tava cinza agora quer colorir.
Cada acorde acende um farol,
cada batida é um motivo pra sorrir.
As notas são como um arco-íris,
pintando o céu que existe dentro de mim.
Do grave lá em 20 hertz
ao agudo em 20 kilohertz sem fim.
Quando a música me chama, deixo tudo acontecer,
fecho os olhos, deixo a alma se mover.
É que o som faz tudo virar paraíso,
quando toca bem no centro do sorriso.
Do chão ao infinito, tudo entra em harmonia,
arco-íris de frequência iluminando o meu dia.
Cada melodia é um abraço,
cada harmonia é um raio de luz.
No compasso certo eu me refaço,
o meu cansaço a canção me reduz.
Se o mundo pesa, eu aumento o volume,
deixo a vibração me carregar.
Nesse mar de ondas invisíveis,
eu encontro um novo jeito de amar.
Quando a música me chama, deixo tudo acontecer,
fecho os olhos, deixo a alma se mover.
É que o som faz tudo virar paraíso,
quando toca bem no centro do sorriso.
Do chão ao infinito, tudo entra em harmonia,
arco-íris de frequência iluminando o meu dia.
Lá vem o sol, dó, ré, mi, dó...
meu coração afinando com o céu.
Lá vem o som, doce como a cor,
pintando o mundo com pincel de amor.
Robson POETA
POEMAS 2025