Era a lua que me cadenciava, era o infinito que me guiava, e tudo o que as estrelas reluziam, brilhava no fim do teu eu, e disso… te iluminava.
O compasso do tempo te chamava, num caminho sem volta, sem fim, pra uma galáxia de amor e saudade, onde o destino sorria pra mim.
E o sol dilatava seus raios no cósmico, te pintando de luz, te fazendo clarão. Toda a Via Láctea em êxtase mágica, mostrava o amor — pura explosão! Ah, amor… brilho que ninguém pode ver, mas todo o meu ser sente você!
Teu olhar é cometa em dança, é eclipse de fé e esperança. Cada estrela que nasce, é lembrança do teu querer.
O universo conspira em segredo, me devolve teu cheiro e teu frevo, e o tempo, num verso discreto, me ensina outra forma de te ter.
E o sol dilatava seus raios no cósmico, te pintando de luz, te fazendo clarão. Toda a Via Láctea em êxtase mágica, mostrava o amor — pura explosão! Ah, amor… brilho que ninguém pode ver, mas todo o meu ser sente você!
Robson POETA
POEMAS 2025