O velho banco da praça conhecia muitas histórias, guardadas entre encontros, saudades e memórias.
Ali sentaram crianças, casais e trabalhadores, compartilhando sonhos, tristezas e amores.
O tempo passou devagar em sua observação, acompanhando mudanças na população.
E continuou presente na mesma localização, como guardião silencioso da recordação.
Robson POETA