Um rio feito de vidro corria pelo chão da percepção, refletindo tudo ao redor em duplicação.
Ele não quebrava o mundo, apenas a visão, mostrando novas formas de interpretação.
Cada onda era um espelho de transformação, cada curva uma lente de criação.
Nem tudo que parece frágil é limitação, às vezes é clareza em expansão.
E o rio seguia brilhando em sua função, mostrando que ver também é criação.
Robson POETA