Um rio de memórias corria dentro da imaginação, levando rostos e vozes em lenta condução.
Cada curva era lembrança em transformação, cada remanso era pausa de reflexão.
Ele não separava passado de nova emoção, apenas misturava tudo na mesma ação.
Nem tudo precisa esquecer para seguir então, algumas coisas permanecem na integração.
E o rio seguia fluindo em sua expansão, mostrando que lembrar também é criação.
Robson POETA