Uma cidade que respirava acordava ao amanhecer, expirando movimento e voltando a crescer.
As ruas eram pulmões em constante vibração, e os prédios tinham ritmo de respiração.
O trânsito era o fluxo da circulação, como sangue vivo na construção.
Nem tudo que é urbano é apenas função, há vida pulsando forte na criação.
E a cidade seguia viva em sua expressão, mostrando que até o concreto tem coração.
Robson POETA