Uma casa que crescia existia na imaginação, não em altura ou largura, mas em expansão.
Cada conversa adicionava nova construção, cada gesto era tijolo de união.
Ela não tinha limites fixos em sua condição, pois era feita de vínculo e atenção.
Nem tudo que cresce precisa de materialização, algumas coisas se expandem na relação.
E a casa seguia viva em constante evolução, mostrando que o afeto também é edificação.
Robson POETA