Uma ponte que respirava existia na observação, expandindo e contraindo em suave vibração.
Ela não era rígida, nem pura contenção, mas viva em movimento de adaptação.
Cada passo sobre ela gerava transformação, como se o mundo inteiro entrasse em respiração.
Nem tudo precisa ser fixo em sua condição, algumas estruturas vivem de flexão.
E a ponte seguia viva em sua expressão, mostrando que até o estável é mutação.
Robson POETA