Um livro sem fim existia na linha do horizonte, onde cada página aberta era ponte.
Não havia conclusão, nem ponto final então, apenas histórias surgindo em expansão.
Cada leitor escrevia com sua própria ação, transformando o texto vivo em criação.
Nem tudo precisa terminar para ter razão, algumas histórias vivem na continuação.
E o livro seguia aberto em sua extensão, mostrando que viver é permanente construção.
Robson POETA