Uma árvore que caminhava existia na imaginação, movendo suas raízes em lenta transformação.
Ela não tinha pressa, nem destino ou direção, apenas seguia o vento da própria evolução.
Cada passo era memória em reconstrução, levando consigo o tempo da criação.
Nem tudo precisa ficar preso à fixação, algumas coisas prosperam na mudança então.
E a árvore seguia viva em sua expansão, mostrando que mover também é construção.
Robson POETA