Havia um caminho sem nome cruzando o sertão, sem placas ou sinais de identificação.
Quem por ele passava aprendia a confiar, no instinto e no passo de continuar.
Não havia garantia nem previsão então, apenas a própria escolha de direção.
Nem todo destino precisa de explicação, alguns se revelam apenas na caminhada então.
E o caminho seguia aberto em sua expansão, lembrando que viver também é criação.
Robson POETA