O artesão da madeira trabalhava com precisão, ouvindo a voz silenciosa de cada criação.
Antes de qualquer corte, parava para sentir o que a peça escondia antes de surgir.
Não havia pressa em suas mãos, nem gesto em vão, tudo seguia o ritmo da observação.
Ele sabia que a madeira guarda sua própria história, e respeitar esse tempo também é parte da glória.
E cada obra finalizada era mais que construção: era diálogo entre matéria, cuidado e intenção.
Robson POETA