O velho banco da praça guardava conversas e afeto, testemunha silenciosa do que era mais concreto.
Ali sentavam histórias de amor e solidão, de encontros e despedidas na mesma estação.
Ele não falava, mas via tudo em sua posição, como quem entende a vida sem explicação.
Nem tudo precisa agir para ter função, às vezes apenas estar já é contribuição.
E o banco seguia firme em sua ocupação, acolhendo o humano em sua expressão.
Robson POETA