Um menino batia o tambor com alegria e vibração, criando ritmo simples de pura expressão.
Não seguia partitura, nem regra ou direção, apenas deixava o som nascer da própria emoção.
Cada batida era viva, cheia de intenção, como quem descobre o mundo na experimentação.
A música não exige forma, nem perfeição então, mas verdade no gesto e no coração.
E o tambor seguia ecoando em alegre expansão, mostrando que criar é viver em pulsação.
Robson POETA