Um menino moldava o barro no chão do quintal, criando formas simples de maneira natural.
Não havia perfeição exigida, nem técnica formal, apenas a alegria viva do gesto artesanal.
Cada figura nascia única, sem comparação, como expressão livre da imaginação.
Assim também se constrói a própria criação, com tentativa, erro e transformação.
E o menino sorria leve, em pura contemplação, descobrindo que criar é também viver em expansão.
Robson POETA