A rua de pedra antiga guardava passos e memória, cada desgaste em sua superfície contava uma história.
Ali passaram gerações, em alegria e aflição, deixando marcas invisíveis na mesma construção.
Nem sempre o caminho é liso, nem sempre há perfeição, mas até as imperfeições ensinam direção.
O tempo também constrói pela erosão e ação, transformando o simples em parte da tradição.
E a rua permanecia firme, em silenciosa função, mostrando que a história vive na resistência então.
Robson POETA