No alto do penhasco antigo erguia-se o velho farol, observando mares bravios sob chuva ou sob sol.
Sua luz cortava a neblina em silenciosa missão, guiando embarcações perdidas à segura direção.
Não exigia reconhecimento, nem aplauso ou gratidão, apenas cumpria sua função com constância e precisão.
Assim também existem pessoas que iluminam sem intenção, oferecendo direção firme em meio à confusão.
E o farol seguia aceso, em eterna dedicação, lembrando que servir é luz na escuridão.
Robson POETA