À beira do rio calmo havia uma velha morada, onde a água contava histórias em sua corrente encantada.
As paredes escutavam o som da passagem natural, das águas que nunca voltavam ao ponto inicial.
Ali o tempo parecia fluir sem resistência, como se a vida entendesse sua própria cadência.
Tudo muda a cada instante, nada fica igual, como o rio que segue sempre seu curso natural.
E a casa permanecia, em suave contemplação, aprendendo com o rio a arte da transformação.
Robson POETA