POEMAS 2018110 · 2018

A Casa do Rio

À beira do rio calmo havia uma velha morada, onde a água contava histórias em sua corrente encantada.

As paredes escutavam o som da passagem natural, das águas que nunca voltavam ao ponto inicial.

Ali o tempo parecia fluir sem resistência, como se a vida entendesse sua própria cadência.

Tudo muda a cada instante, nada fica igual, como o rio que segue sempre seu curso natural.

E a casa permanecia, em suave contemplação, aprendendo com o rio a arte da transformação.

Monograma RPRobson POETA