Quando a cidade dormia e o silêncio tomava o ar, um pássaro noturno voava sem precisar se explicar.
Conhecia a escuridão não como medo ou dor, mas como parte natural do seu próprio valor.
Enquanto outros descansavam, ele seguia a voar, mostrando que cada ser tem seu próprio lugar.
Nem todos brilham ao sol, alguns vivem na imensidão da noite que também guarda sua própria função.
E o pássaro seguia livre, em tranquila elevação, ensinando que todo tempo tem sua expressão.
Robson POETA