POEMAS 2018105 · 2018

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10 vila antiga, o ferreiro trabalhava em silêncio, transformando o ferro bruto em ferramenta de sustento.

O fogo ardia constante, o martelo marcava o chão, e cada peça ganhava forma pela força e atenção.

Nada ali era improviso, nem fruto da distração, tudo nascia do esforço e da repetição.

O ferro só se tornava útil após resistência e pressão, como a vida que molda pessoas pela transformação.

E o ferreiro ensinava, sem precisar de explicação, que o valor nasce do trabalho e da dedicação.

Monograma RPRobson POETA