Na ponte antiga da cidade havia um guardião atento, observando cada passagem com cuidado e sentimento.
Não julgava quem cruzava, nem fazia intervenção, apenas zelava pela ordem daquela construção.
Sabia que toda travessia envolve decisão, e cada pessoa carrega sua própria razão.
Há quem cuide silencioso do bem-estar geral, sem buscar reconhecimento ou destaque pessoal.
E o guardião permanecia, em constante observação, protegendo a ponte da vida com dedicação.
Robson POETA