No quintal de uma casa simples, girava um colorido cata-vento, movido pelas mudanças de cada sopro do vento.
Ele não lutava contra o ar, nem tentava controlar, apenas encontrava maneiras de com ele colaborar.
Muitas situações da vida fogem da nossa previsão, e insistir contra tudo gera desgaste e frustração.
Adaptar-se não significa abrir mão da convicção, mas desenvolver flexibilidade na transformação.
Quem aprende esse equilíbrio encontra melhor solução, para atravessar mudanças com serenidade e razão.
E o cata-vento continuava, em sua alegre rotação, ensinando a arte da adaptação.
Robson POETA