Num jardim cheio de flores, havia um banco de madeira, companheiro de manhãs tranquilas e tardes de primavera.
Ali sentavam crianças, avós e sonhadores, observando borboletas entre aromas e cores.
O banco não fazia nada além de permanecer, mas oferecia um espaço para simplesmente ser.
Num mundo tão apressado, onde tudo parece correr, há valor em encontrar momentos para respirar e perceber.
Nem toda produtividade se mede pela produção, às vezes o descanso também faz parte da construção.
E o banco do jardim ensinava, em sua calma posição, que a serenidade alimenta a mente e o coração.
Robson POETA