POEMAS 2018056 · 2018

O Banco do Jardim

Num jardim cheio de flores, havia um banco de madeira, companheiro de manhãs tranquilas e tardes de primavera.

Ali sentavam crianças, avós e sonhadores, observando borboletas entre aromas e cores.

O banco não fazia nada além de permanecer, mas oferecia um espaço para simplesmente ser.

Num mundo tão apressado, onde tudo parece correr, há valor em encontrar momentos para respirar e perceber.

Nem toda produtividade se mede pela produção, às vezes o descanso também faz parte da construção.

E o banco do jardim ensinava, em sua calma posição, que a serenidade alimenta a mente e o coração.

Monograma RPRobson POETA