Sobre a mesa da cozinha, um velho candeeiro brilhava, iluminando conversas quando a noite chegava.
Sua luz não era intensa, nem dominava o salão, mas bastava para aquecer o ambiente e a reunião.
Ao redor dele surgiam histórias para recordar, memórias de família e sonhos para contar.
Muitas vezes a felicidade não está na grandiosidade, mas em momentos simples vividos com sinceridade.
Uma refeição partilhada, uma conversa de coração, podem valer mais que riquezas sem afeto ou conexão.
E o candeeiro mostrava em sua suave iluminação, que o amor costuma morar na simplicidade da união.
Robson POETA