Numa casa muito antiga, uma lamparina brilhava, afastando a escuridão que aos poucos chegava.
Seu fogo era pequeno, mas constante em sua missão, iluminando o ambiente com dedicação.
Ela não reclamava da noite, nem tentava combatê-la inteira, apenas fazia sua parte de maneira verdadeira.
Assim também acontece em qualquer geração: ninguém resolve tudo sozinho, mas toda ajuda tem razão.
Pequenos gestos reunidos produzem transformação, como estrelas compondo uma constelação.
E a lamparina ensinava em sua iluminação, que a esperança cresce pela participação.
Robson POETA