O oleiro girava o barro sobre a roda em movimento, transformando matéria simples em belo instrumento.
Suas mãos corrigiam formas com paciência e atenção, sabendo que toda criação precisa de dedicação.
Às vezes o vaso entortava durante a modelação, e era preciso recomeçar a mesma construção.
Mas o artesão não se irritava com a imperfeição, pois entendia que aprender também faz parte da produção.
Assim acontece na vida, em qualquer realização: errar não encerra caminhos, aprimora a direção.
Quem aceita os próprios erros como fonte de evolução, cresce com mais serenidade e compreensão.
Robson POETA