Na parede da sala antiga, o relógio segue a marcar, segundos que silenciosos não param de caminhar.
Seu ponteiro paciente não conhece distração, cumprindo todos os dias a mesma missão.
Ele lembra que o tempo é recurso singular, pois depois que passa não costuma voltar.
Por isso cada instante merece consideração, para ser vivido com presença e dedicação.
Robson POETA