POEMAS 2017132 · 2017

O Relógio de Parede

Na parede da sala antiga, o relógio segue a marcar, segundos que silenciosos não param de caminhar.

Seu ponteiro paciente não conhece distração, cumprindo todos os dias a mesma missão.

Ele lembra que o tempo é recurso singular, pois depois que passa não costuma voltar.

Por isso cada instante merece consideração, para ser vivido com presença e dedicação.

Monograma RPRobson POETA