No centro da velha praça, o relógio marca o andar, das horas que silenciosas, não param de caminhar.
Crianças correm sorrindo, idosos sentam para ver, a vida passando diante, dos olhos de quem viver.
Cada minuto carrega, uma história diferente, de alguém que vai embora, ou chega inesperadamente.
E o velho relógio ensina, sem precisar explicar, que o tempo é um presente, para amar e realizar.
Robson POETA