A rua acorda cedo, antes do sol nascer, carrega sonhos simples, de quem precisa viver.
O padeiro abre a porta, o ônibus vem passar, a cidade vai correndo, sem tempo para parar.
Cada rosto guarda histórias, que ninguém chegou a ouvir, mas seguem construindo, novas razões para sorrir.
No fim da tarde cansada, a rua volta a respirar, e entre luzes e silêncios, se prepara para sonhar.
Robson POETA