O trabalhador atravessava avenidas
com moedas,
bilhetes
e pequenos cansaços.
Mas dentro do bolso esquerdo
também moravam sonhos.
Daqueles que não aparecem
nos extratos do banco.
Há riquezas que não cabem
em nenhuma carteira.
Robson POETAO trabalhador atravessava avenidas
com moedas,
bilhetes
e pequenos cansaços.
Mas dentro do bolso esquerdo
também moravam sonhos.
Daqueles que não aparecem
nos extratos do banco.
Há riquezas que não cabem
em nenhuma carteira.
Robson POETA