POEMAS 2013285 · 2013

O Homem do Banco da Praça

Sentava-se toda tarde sob a sombra habitual. Assistindo o movimento da paisagem local. Via crianças crescendo, árvores mudando de cor. Via a vida desenhando seu permanente valor. Pouco dizia aos outros. Muito conversava consigo. Porque a reflexão costuma andar sem fazer ruído. O silêncio também ensina.

Monograma RPRobson POETA