Encostada junto à cerca, parecia apenas descansar. Mas seus pneus guardavam segredos de quem gostava de explorar. Conheceu manhãs douradas, estradas e vendavais. Levou sonhos na garupa por caminhos rurais. A ferrugem apareceu. O tempo fez seu sinal. Mas a liberdade continuou morando no metal. Certas viagens nunca terminam.
Robson POETA