No centro da praça antiga, o coreto esperava canções. Guardava ecos de bandas, discursos e celebrações. Os pombos pousavam tranquilos sobre sua estrutura cansada. Enquanto a tarde espalhava luz dourada pela esplanada. Poucos lembravam seus tempos de música e multidão. Mas a memória permanecia escondida na construção. Há lugares que continuam cantando.
Robson POETA