Chegava antes do sol com seus cheiros familiares. Frutas, ervas e vozes ocupavam os lugares. Cada barraca parecia um pequeno país colorido. Onde a conversa valia tanto quanto o produto vendido. A feira era mais que comércio. Era convivência e encontro. Uma celebração semanal do cotidiano e seu contorno. As cidades vivem desses rituais.
Robson POETA