POEMAS 2013181 · 2013

O Vendedor de Balões

Carregava um pedaço do céu preso por barbantes coloridos. Vermelhos, amarelos e azuis seguindo destinos indefinidos. As crianças olhavam para cima com olhos de maravilhamento. Como se cada balão escondesse um planeta em movimento. Talvez escondesse mesmo. Quem pode afirmar? A imaginação nunca aceita limites para sonhar. A infância pinta o horizonte.

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