Seu pedal desenhava ritmos que toda rua conhecia. Vestidos, uniformes, fantasias e alegria. As linhas atravessavam tecidos como rios atravessam terras. Ligando pedaços separados e encerrando pequenas guerras. Há quem construa pontes. Há quem construa roupas. Ela fazia ambos os trabalhos entre retalhos e roupas. Costurar é unir destinos.
Robson POETA