POEMAS 2013116 · 2013

A Ponte de Madeira

Rangia sob os passos, mas continuava firme. Ligando margens diferentes como quem cumpre um filme. Já tinha visto enchentes, secas e multidões. Carregava em suas tábuas milhares de emoções. Algumas construções envelhecem. Outras amadurecem. Porque servir ao caminho também fortalece. Toda ponte conhece encontros.

Monograma RPRobson POETA