Ela assistia às manhãs muito antes dos relógios. Conhecia os segredos das nuvens e os atalhos dos ventos sóbrios. Em sua sombra descansavam operários e estudantes. Pássaros faziam reuniões entre galhos elegantes. Quando chegava setembro, vestia flores como festa. Quando chegava o verão, abria mais uma fresta. As árvores são calendários escritos pela natureza.
Robson POETA