A bola descansava quieta junto ao alambrado frio. A quadra parecia dormir sob um céu macio. Mas a lua continuava jogando sombras sobre o cimento. Como se repetisse partidas guardadas pelo tempo. Ali ficaram risadas, aplausos e derrotas. Toda quadra vazia conserva pegadas invisíveis nas botas. O esporte nunca vai embora. Ele apenas espera a próxima tarde.
Robson POETA