Era apenas um banco antigo de madeira já cansada. Mas conhecia mais histórias que qualquer biblioteca fechada. Ali sentaram namorados, vendedores, aposentados. Crianças com joelhos ralados, poetas desajeitados. O tempo deixou marcas sobre cada parafuso. Como quem assina o nome num pedaço do mundo. Objetos também envelhecem colecionando vidas.
Robson POETA