O tempo é núcleo do vento
Que dispara com o nosso medo!
O corpo se corta no centro
E o relento tenta atingir a alma!
A vida é estranha e sem cor
Pra quem só tem olhos de dor
E vaga sem rumo e sem nada!
A essência e a calma nos mostram
Que a fúria é o excesso da gente
Que somos vítimas da mente
E nem sempre se repara!
Todos têm um sabor
A escolha nem sempre nos fala
Que a vida já tem o seu destino
E a lembrança é a que vaga
Cobrindo os nossos sentidos
De tudo que nos caiba!
Robson POETA
POEMAS 2010