Capa de Poemas 2010POEMAS 2010245 · 2010

Vítimas do Tempo

O tempo é núcleo do vento

Que dispara com o nosso medo!

O corpo se corta no centro

E o relento tenta atingir a alma!

A vida é estranha e sem cor

Pra quem só tem olhos de dor

E vaga sem rumo e sem nada!

A essência e a calma nos mostram

Que a fúria é o excesso da gente

Que somos vítimas da mente

E nem sempre se repara!

Todos têm um sabor

A escolha nem sempre nos fala

Que a vida já tem o seu destino

E a lembrança é a que vaga

Cobrindo os nossos sentidos

De tudo que nos caiba!

Monograma RPRobson POETA