Achei nos olhos a cura
Sem ver que a cor muda
Escolho o caminho
sem que a vertigem me deixe fraco!
Voltar ao ponto inicial
Sem que haja desconto no cansaço!
Sem que o sorriso esmoreça no espaço!
É difícil que haja tantas lágrimas
Pra acalmar o descaso
Entre os abraços dos falsos
Os muros e o reflexo do passado
Distorce na cor dos olhos
O que se encontra no pedaço!
Tempo, estrada e homem
Acorde o corpo desse desgosto
Se livre do ponto fraco
Jogue no lixo o cansaço
E treine para derrotar o fracasso!
A estrada é cheia de montanhas
Que te move para altos e baixos!
Nem sempre a estrada lhe mostra as dificuldades
E nem sempre que não tem dificuldades
Se suporta!!!
A vida é tão comum
Que tudo que o homem toca
Se transforma
Se esvai ou se aflora!
Tempo, estrada e homem!!!
Robson POETA
POEMAS 2010