Sua voz desdenha o momento
E os olhos rebatem o movimento
E tudo se forma no mesmo tempo!
Seu medo te deixa de escanteio
E nada lhe faz seguir!
Seu corpo morto de preguiça
Disfarça o seu prosseguir!
Tem que se alimentar
Tem que se atualizar
Tem que protestar!
Quando dedo pressiona a ferida
Tem que disparar na corrida
Até a alma curar!
Robson POETA
POEMAS 2010