Capa de Poemas 2010POEMAS 2010213 · 2010

Sua cura

Sua voz desdenha o momento

E os olhos rebatem o movimento

E tudo se forma no mesmo tempo!

Seu medo te deixa de escanteio

E nada lhe faz seguir!

Seu corpo morto de preguiça

Disfarça o seu prosseguir!

Tem que se alimentar

Tem que se atualizar

Tem que protestar!

Quando dedo pressiona a ferida

Tem que disparar na corrida

Até a alma curar!

Monograma RPRobson POETA