Ela corria pelas ruas com uma fita presa ao cabelo. Parecia carregar um pedaço do sol brilhando em vermelho.
Gostava de inventar histórias, castelos, jardins e canções. Transformava tardes comuns em grandes celebrações.
O tempo passou ligeiro, como vento sobre o quintal. Mas sua alegria permaneceu como um presente especial.
E todos que a conheceram guardaram uma recordação sincera: algumas pessoas carregam luz como quem carrega primavera.
Robson POETA
POEMAS 2006