Perto da pequena cidade corria um rio cintilante. Ao amanhecer parecia prata, ao entardecer parecia diamante.
Um menino gostava de sentar na margem para observar. Imaginava barcos invisíveis aprendendo a navegar.
Os anos passaram como águas, seguindo o curso natural. Mas o rio continuou guardando aquele encanto especial.
Quando voltou já crescido, encontrou o mesmo brilho no lugar. E percebeu que algumas belezas nunca deixam de nos esperar.
Robson POETA
POEMAS 2006