No centro de uma pequena vila crescia uma figueira gigante. Sua sombra acolhia viajantes desde um tempo distante.
Ali aconteciam reencontros, conversas e celebrações. A árvore parecia guardar milhares de emoções.
Quando alguém estava triste, sentava-se perto do tronco antigo. De alguma forma encontrava calma, como se falasse com um amigo.
Por isso todos a chamavam de Árvore dos Abraços. Porque fazia o coração sentir menos peso e mais laços.
Robson POETA
POEMAS 2006