Num campo aberto ao horizonte, um menino fincou um cata-vento. Gostava de vê-lo girando ao ritmo livre do vento.
Cada volta parecia contar uma história diferente do céu. Ora falava de tempestades, ora de um azul sem véu.
O menino cresceu observando aquele companheiro colorido. Aprendeu que mudar de direção não significa estar perdido.
E levou consigo essa lição quando precisou caminhar: quem escuta os ventos da vida sempre encontra um novo lugar.
Robson POETA
POEMAS 2006